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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Envergonho - me!

   Eu estava errado, estava errada quando te deixei ir, quando te deixei voltar e também quando te deixei ficar, estava errado quando te desejei, quando te recusei.
   Sim, eu continuo errado, mesmo sabendo dos meus erros, continuo errando com você.
   Nunca deveria ter te deixado ir, não deveria ter deixado voltar e muito menos permanecer.
   Aquela noite em que te vi chorar, no fundo eu sempre soube que te deixei em pedaços, sempre soube que você nunca mais será como antes, sei que te destrui, sei que nunca mais terei coragem de procura – la novamente, me envergonho dos erros cometidos repetidamente.
   Envergonho-me de te – la feito chorar, ter – la feito sofrer.
   Eu sempre estive errado quando julguei teus livros que retravam amor, hoje os leio.
   Sinto falta do teu cheiro de rosas, tua roupa simples e linda, teu cabelo, teu halito de menta.
   Meus erros me levaram para longe de ti, e hoje me arrependo de tal ato de crueldade, mas é tarde, tarde para te – la  em meus braços novamente.
   Hoje eu sei que sempre estive errado.

A Lucih.

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